Chegou!

Hoje é dia de mais uma seção “Chegou!”, e tem novidade.
A partir de hoje vou tentar colocar uma ou duas músicas ripadas direto do vinil em questão para serem ouvidas, e quando forem EPs, tentarei colocá-los inteiros.
A ideia é distribuir/divulgar raridades e mostrar o som do vinil quando passado pra forma digital.
Se alguma banda se sentir lesada é só mandar um e-mail que eu tiro do ar, ok?

Aproveite e clique em todas as fotos para ampliá-las!



Lars Frederiksen And The Bastards

Desde que esse disco saiu, em 2000, eu sempre fui louco em tê-lo e por algum motivo ou outro eu nunca tinha conseguido uma cópia.

Sou fã desse álbum primeiro por se tratar de Lars Frederiksen, o guitarrista/vocalista de uma das minhas bandas favoritas e que muito moldou meu gosto musical, o Rancid. Segundo porque essa capa é simples mas sensacional. Uma foto apenas, mas de um ângulo muito legal e em uma montagem tão bacana quanto fizeram dessa uma das capas mais legais que eu já vi por aí.
Aliás, no encarte do disco descobri que quem tirou a foto foi Brody Armstrong (na época namorada do Tim Armstrong e vocalista/guitarrista do Distillers, hoje esposa do Josh Homme e vocalista/guitarrista do Spinnerette).

Dez anos depois finalmente comprei o disco, e melhor ainda, em LP com a capa grandona pra estampar na parede!

São 12 faixas fodas e uma introdução do Unknown Bastard, e o disco passa rapidinho, como todo bom disco que te dá a sensação de ter passado voando.

Clique nas fotos para ampliá-las.

Ouça “To Have And To Have Not”, ripada do LP, enquanto vê as fotos:


International Superheroes Of Hardcore

ISHC é a banda paralela de hardcore “nova-iorquino” do pessoal do New Found Glory, onde o vocalista Jordan e o guitarrista Chad trocam funções e fazem barulho sempre com letras engraçadas que se passam no universo dos super-heróis e da cena hardcore atual.

“HPxHC” significa Harry Potter versus Hard Core e a capa deixa isso bem claro, assim como a primeira faixa, que leva o mesmo nome e trata-se de uma conversa entre 2 membros da banda, onde um diz que o Harry Potter é zoado e o outro defende o bruxo, falando que ele só ouve bandas boas de hardcore, usa camisetas e vai a shows.

As outras 3 faixas seguem a mesma linha, sempre com os membros da banda incorporando o fato de serem super-heróis e tirando sarro do Batman (“Batman’s A Dead Man”) ou dizendo que a carreira de super-herói não pode acabar (“Too Legit To Quit”), ainda mais após ouvir gritos de uma jovem donzela em apuros.

O vinil é muito bonito, 7 polegadas em disco metade cinza, metade azul. Deu um efeito bem bonito e o resultado final ficou acima até do que eu esperava quando vi a descrição do disco. No encarte, um ISHC batendo sem pena em um representante dos Ursinhos Carinhosos, como pano de fundo para todas as letras do disco.

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Ouça o EP completo:


The Lawrence Arms

Uma das minhas banda preferidas em mais um puta disco.
“Ghost Stories” é o segundo da banda, lançado em 2000 pela Asian Man Records, e embora a qualidade de gravação reflita que a banda estava começando as músicas já deixam o estilo da banda marcado, com músicas bem arranjadas, e o baixista Brendan alternando seu vocal rouco e forte com a voz melódica do guitarrista Chris.
A música “106 South” é cantada pelo baterista Neil Hennessey, e até onde eu sei é a única da carreira dos caras em que ele assume os vocais.

O disco é um show à parte. A capa combinou demais com o nome do disco, contando com fotos mais do que assustadoras ao melhor estilo antigão, com falhas, mal tiradas, parecendo foto de fantasma mesmo, sabe?
Todo o resto da arte combina com a capa e o vinil é belíssimo, roxo com algumas poucas manchas pretas e mais claras. Bonitão mesmo.

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Ouça abaixo “Chicago Is Burning”, “Ghost Stories” e “106 South”.


Dillinger Four

Esse disquinho saiu em 1997, um ano antes do Dillinger Four lançar seu primeiro álbum de estúdio, o “Midwestern Songs Of The Americas”.

“More Songs About Girlfriends And Bubblegum” traz 2 faixas cantadas pelo baixista Paddy no lado A, e 2 cantadas pelo guitarrista Erik, sendo que achei as 2 últimas mais legais.
A qualidade de gravação não é das melhores, mas compatível com faixas gravadas para um EP lançado há 13 anos atrás, e o mais engraçado é que nessa época os críticos consideravam o Dillinger Four uma banda de pop-punk/bubblegum, quando ao longo do tempo eles ficaram conhecidos como um dos nomes mais releventes do bom e velho punk rock lá nos Estados Unidos.

A prensagem original saiu em vinil vermelho, mas obviamente esgotou-se, e como a banda foi ficando cada vez maior, já há uma dezena de prensagens feitas pela Mutant Pop Records, essa cópia é em vinil azul translúcido com algumas manchas pretas. Gostei bastante da cor.

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Ouça o EP abaixo:



The Riot Before / Broadway Calls

Devo dizer que esse é um dos discos mais sem graça da minha coleção.
Talvez até por isso eu tenha esquecido de mostrar ele por aí, já que ele chegou ainda no ano passado.

Comprei esse disco pelo lado do Broadway Calls, banda que eu estava descobrindo e gostando bastante, mas acabei gostando mais do lado da banda folk/punk The Riot Before.
As músicas do Broadway Calls são muito mal gravadas e em versões demo, tanto que “Give Up The Ghost” acabou saindo em disco de estúdio depois.

O disco em si é um fiasco. Um pedaço de cartolina com a arte impressa em 2 lados, sendo que a ordem das músicas do Broadway Calls está invertida.
No vinil, o selo do meio do disco não diz nada. Você não sabe qual lado é qual e tem que chutar na hora de ouvir. A cor do vinil é um roxo escuro.

Se tem um disco que me decepcionou foi esse, mas ainda bem que isso acontece com a minoria, normalmente os discos são muito bem feitos por aí.

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Ouça o EP logo abaixo.